Mostrando postagens com marcador Like A Child. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Like A Child. Mostrar todas as postagens

Chapter Four

em quinta-feira, 11 de outubro de 2012 | Nenhum comentário:
O resto do dia de aulas passou relativamente depressa. Eu, Ino e Naruto andámos numa tamanha correria durante a tarde inteira mas lá nos conseguimos aguentar. Não voltámos a ver a turma do último ano.
À saída do portão para ir para casa, ouvi uma voz conhecida chamar-me.
– Sakura!!
Voltei-me e vi a figura pequena e magra de Hyuuga Hinata, uma aluna do segundo ano que eu tão bem conhecia. Tínhamos estudado juntas em algumas sessões de explicação de Inglês com a Kurenai-sensei, há uns anos atrás.
– Hinata…
– Procurei-te por todo o lado. Queria fazer-te um convite.
– A mim?
Sim, era estranho Hinata estar a convidar-me para alguma coisa. Nos últimos tempos, pouco ou nada havíamos falado. Ela era prima de um dos rapazes da turma de Sasuke-kun, Neji, e, normalmente, quem os conhecia não se dava com as turmas dos caloiros. Na verdade, ela, Itachi e o próprio Sasuke-kun haviam sido os únicos que, em todos estes meses, haviam alguma vez falado comigo, com Naruto ou mesmo com Ino.
– Hai. Bem… Eu faço anos amanhã. E como é sábado e esta semana estreou um filme que dizem que é lindo no cinema, pensei em juntar os meus amigos e irmos ver. Que me dizes?
Fiquei de boca aberta. Uau. Hinata considerava-me a mim sua amiga? Eu? A estranha miúda de cabelos cor-de-rosa, testa larga e super impopular já desde a pré-primária? Algo ali não me soava muito bem.
– Tu… Tens a certeza de que queres que eu vá?
Hinata sorriu da sua habitual forma tímida, acenando.
– Hai, claro.
Consegui sorrir em resposta, encolhendo os ombros. Se pensasse nisso… Hinata sempre havia sido muito simpática comigo, sempre me tratara de forma igual ao que fazia com todos os outros colegas. Se já não nos falávamos há um tempo tinha de admitir que, em parte, a culpa era minha. Não me sentia muito à-vontade a falar com os populares e mais velhos da Academia.
– Arigatoh, Hinata.
– Dukashi masteh. Amanhã à porta do cinema às 2h?
– Hai.
– Hai. Ja ne, Sakura.
– Ja ne…
Observei Hinata a afastar-se e segui, depois, o meu caminho em direcção a casa. Ino e Naruto haviam ficado na escola até mais tarde a acabar um trabalho e iriam juntos para casa depois. O que significava que, naquele dia, eu teria de me virar sozinha.
Dali até à residência da minha família não demorava mais do que meia hora, a passo calmo. Morava apenas a uns três quarteirões da Academia e o caminho fazia-se razoavelmente bem, pois ainda era dia claro.
A aldeia estava pouco povoada àquela hora, apesar de haver alguns jovens a chegar a suas casas tal como eu e alguns adultos que já chegavam também dos seus postos de trabalho. A semana acabara, oficialmente, para muita gente, incluindo para mim. Sorria enquanto caminhava, imaginando-me a descansar na minha caminha durante a hora inteira seguinte.
Quando cheguei a casa, ainda os meus pais não estavam. Descalcei-me, fui à cozinha para beber um pouco de leite e subi, depois, para o meu quarto onde me joguei na cama mal entrei porta adentro.
Aninhei-me à almofada e acabei por adormecer.

Chapter Three

em | Nenhum comentário:
Tive um colapso nervoso quando o vi em cima de mim naquele colchão do ginásio, depois de cairmos os dois. Estávamos frente-a-frente, bem pertinho. Quase à distância de uma mão, de um dedo, de uma unha.
Não sei dizer exactamente quanto tempo estivemos assim. Estava ocupada demais a amaldiçoar-me a mim mesma por estar a parecer uma idiota ao pé dele. Dei tanto o aspecto de idiota que ele nem se deu ao trabalho de prolongar aquele nosso momento.
– É isso mesmo. Isto é o que acontece devido ao facto de eu ser mais pesado do que tu. Espera, eu ajudo-te…
A mão dele voltou a segurar na minha, erguendo o meu corpo com força.
– E devido a isso, os adversários devem ter sempre o mesmo peso no Judo. Para não haver vantagens.
Acenei prontamente, sem saber bem o que dizer. Por via das dúvidas e para não parecer (ainda mais) uma complete imbecil, decidi-me a ficar calada. Sentia que ele me olhava esperando que eu me manifestasse, que reagisse de alguma maneira. Mas nada fiz, limitando-me a encarar fixamente o chão debaixo dos meus pés.
– Ei… Sakura…
Tremi toda quando a sua mão pousou no meu ombro, como que para me confortar.
– Não tens de ficar assim. Vocês começaram o módulo agora, é normal que não saibas bem o que fazer. Além disso… Para… Para as raparigas, ainda mais como tu, é… Mais difícil.
Olhei-o, novamente. O que raio queria ele insinuar? Que, por eu ser uma rapariga, não podia dar-me bem em artes marciais? Que por ser rapariga não saberia defender-me quando era preciso, não sabia lutar? Ele não me conhecia, mesmo.
– Posso saber o que queres dizer com isso?
Enfrentei-o, cruzando os braços numa atitude superior. Vi Ino conter o riso, especada ao lado de Naruto, enquanto este me encarava de boca meio-aberta.
– Nada, só… Pareces… Demasiado… Frágil, só isso.
FRÁGIL????? EU????!
– Sou mais forte do que parece, acredita em mim.
Sem pensar, levei a mão aos colarinhos dele, puxando o tecido da sua camisola de alças e fazendo força para o estatelar no solo do ginásio. Não foi preciso muito esforço da parte dele para eu perceber que a minha tentativa ia sair falhada. Poucos segundos depois, vi-me de novo no chão, mas desta vez caímos de tal forma mal que foi ele a ficar preso entre o colchão e o meu corpo.
Ouvi uma gargalhada de Ino e Naruto pareceu engolir em seco sem sair do seu lado. Por sua vez, Sasuke limitou-se a suspirar. Parecia entediado, farto de qualquer coisa que eu ainda não percebera muito bem o que era. Levantou-se e, sem perder tempo dessa vez a ajudar-me a pôr de pé, apenas se voltou para encarar a minha melhor amiga com uma expressão azeda.
– De que estás a rir-te? Queres tentar vir para aqui para vermos se fazes melhor do que ela?
Essa foi a minha vez de engolir em seco. Vi Ino mudar de expressão quase tão depressa como ele o fizera e cruzar os braços para se dirigir a ele com um nariz empinado ainda maior do que já era costume que ela tivesse.
– Eu não estava a rir-me disso.
– Então acho melhor que a deixes em paz.
– Ela é minha amiga! Foste tu que te vieste meter, meu querido.
– Há algum problema?
Todos nos voltámos. Sasuke dirigiu um olhar seco à sua fotocópia em ponto grande, ao ver que esta permanecia imóvel na nossa peugada. Ao meu lado, vi Naruto suspirar uma vez mais. Mas, desta vez, não foi o único.
– Nada, Itachi. Incompatibilidades. Só isso.
O Uchiha mais velho esboçou um meio sorriso, aproximando-se mais. Baixou a voz um pouco quando falou em seguida.
– Então acho que é melhor que resolvam essas incompatibilidades lá fora porque o Gai já olhou para vocês umas quantas vezes e não parece muito contente com a berraria.
Olhei para Gai-sensei que nos encarava, do seu canto, no lado oposto do ginásio. De facto, Itachi parecia ter razão, ele parecia possesso. Os meus colegas que estavam com ele ouviam os seus gritos desconcertados sem dizer uma única palavra. E eu também não os censurava. Maito Gai não tinha, no geral, um feitio fácil e isso era algo mais do que sabido entre todos.
Os seus sermões intermináveis costumavam começar à hora de entrar nas aulas e terminar quando se dava a de saída. Convém dizer que daquela vez não foi diferente.

Chapter Two

em | Nenhum comentário:
– Ora bem, Itachi, Sasuke, fiquem à vontade.
O meu coração bombeou pela segunda vez ao ouvir o último nome, quadruplicando as batidas quando vi a figura do mais novo dos Uchiha a entrar pela porta do ginásio. Os meus olhos encararam o chão e senti-me fraca. Vulnerável. Incapaz. De repente muda e inútil, em todos os sentidos. No entanto, o bom para mim é que estavam todos tão embrenhados nos olhares furiosos que Gai-sensei lhes lançava que ninguém reparara no meu pleno e total embaraço.
– Há uma aluna nesta turma que sabe o que é o Judo. Acreditam nisto? Uma mísera.
Vi Itachi Uchiha cruzar os braços, visualizando-nos a todos, tentando ao certo perceber qual seria a pessoa a quem Gai-sensei se referia. Que ele não diga que sou eu, que ele não diga que sou eu.
– Por isso, rapazes, antes que eu comece a distribuir negativas a esta cambada de ignorantes, peço-vos por tudo que dêem aqui uma ajudinha ao velhote. Já não tenho idade para isto, sabem? Eles dão-me cabo da paciência.
Os dois irmãos riram-se. A uns centímetros de mim, ouvi Naruto suspirar de boca entreaberta e Ino dar-lhe um murro no alto da cabeça, logo de seguida. Ela não gostava muito quando ele usava aquelas expressões ao pé de nós. Convenhamos que isso levava-o a dar nas vistas, era compreensível.
Sim, isso mesmo. Uzumaki Naruto, o meu melhor amigo, era total e completamente… Gay.
– Ora bem, Itachi podes ficar com este grupo por favor… E, Sasuke…
Assim que ouvi o nome dele, tive o impulso de olhar na direcção de Gai-sensei. Não. Por favor, que ele vá para outro lado, que ele vá para outro lado.
– Podes ficar a ajudar o grupo da Ino, do Naruto e da Sakura, que está ali ao fundo.
ORA BOLAS!!!!!!!!!!!!!!!!!
A minha cara avermelhou ainda mais quando ouvi os passos dele à medida que se dirigia ao nosso encontro. A meu lado, Naruto recuou e Ino corou também, ligeiramente. Ela podia dizer que não, mas eu sabia que ela também achava o meu Sasuke-kun um gato.
Ele sorria-nos. Olhou para cada um de nós como que a medir-nos e parou os olhos precisamente em… MIM?!
OH MEU DEUS!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Baixei a cabeça de imediato, corando.
– Ora… Aa… Suponho que sejas a Sakura, certo?
Limitei-me a acenar, com medo de abrir a boca e sair algum disparate por ela. Encarava o chão sem me atrever a levantar os olhos.
– Bem… Sakura… Sabes algo sobre o Judo?
Senti as pernas tremerem. Eu queria dizer, queria falar, queria mostrar-lhe que não era burra nenhuma e que sabia, pelo menos, teoricamente, tudo sobre o desporto que ele mais gostava. Mas as minhas cordas vocais bloquearam nesse instante.
– Aaa… Ee… Eu…
Ergui os olhos aos pouquinhos na direcção dos dele. Os seus pareciam querer hipnotizar-me. Ele sorriu, da forma mais querida que eu já havia visto alguém fazer ao longo de toda a minha vida.
– Não faz mal se não souberes, está bem?
– Ahh, a Sakura-chan sabe! Foi a única que respondeu à pergunta do Gai-sensei há bocado!
OBRIGADINHA NARUTO-BAKA!!!!!!!!!!!!!!!!!
Vi o rosto do meu Sasuke-kun olhar de Naruto para mim, de novo. O seu sorriso duplicou e eu corei ainda mais.
– A sério? Boa.
Olhei nos olhos dele, sentindo as bochechas queimarem totalmente. O seu sorriso, aqueles olhos, aquela cara de anjo, aquela voz quando ele falava comigo daquela forma tão calminha… Tudo aquilo me fazia derreter ainda mais junto com o facto de estar assim perto dele, como eu nunca estivera antes.
– Bem… Vamos ver o que consegues fazer na prática?
Acenei e fui para o colchão, esperando que ele escolhesse entre Ino e Naruto para virem tentar praticar comigo.
– Ora então…
Vi-o aproximar-se e percebi que aquilo não podia ser bom.
OH DEUS, ERA ELE QUE IA PRATICAR COMIGO!!!!!!!!
– Basicamente… O que tens de fazer é…
Senti o toque quentinho das mãos dele quando elas pegaram nas minhas, levando uma delas ao seu peito forte e musculado. Tremi. Deram-me arrepios enormes pela espinha de cima a baixo. Aquilo não ia ser bom, não ia ser bom.
– Pôr a mão aqui… E eu… Ponho aqui…
Delirei quando a mão dele fez o mesmo, quando ele me tocou. Voltei a tremer e perdi a força nas pernas.

Chapter One

em | Nenhum comentário:
Outro dia de aulas começava para mim.
A academia estava cheia por completo. Nem tive tempo de me aproximar do portão antes de receber uma SMS de Ino a perguntar onde “raios eu estava”. Depois de responder com um leve “a chegar”, levantei os olhos do telemóvel para alcançar com o olhar um Naruto sorridente parado nem a dois metros de distância à minha frente.
– Sakura-chan!!!
Se não estivesse tão cansada e cheia de sono teria rido. Mas não o fiz.
Sim, Naruto era, além do meu melhor amigo, demasiado maluco, estridente, barraqueiro e deveras espalhafatoso. Eu, ele e Ino andávamos sempre juntos desde a pré-primária e raramente nos separávamos fosse para o que fosse ou por que razão fosse. Mesmo agora, com 15 anos cada um, continuávamos os melhores amigos. Se bem que, por vezes, eu me pusesse a pensar como raio conseguia eu atirar estes dois loucos. Sim, eles davam comigo em doida, tinha de o admitir.
Naquela manhã, começávamos o dia com uma bela aula de ginástica. Separei-me de Naruto quando encontrámos Ino à entrada do pavilhão e fui com ela para o balneário feminino. Dez minutos depois, voltámos a sair. Gai-sensei já nos esperava no ginásio, a um canto a fazer os seus abdominais. Entrámos os três juntos e sentámo-nos num dos bancos.
– Ainda bem que chegaram cedo, meninos. Podem começar a dar umas voltinhas ao ginásio a correr.
Bufei de impaciência, sentindo Naruto fazer o mesmo ao meu lado. Mas, ao contrário dele, não me manifestei.
– Ahh, Gai-sensei, temos sempre de correr, dattebayo!
Gai-sensei limitou-se a erguer os olhos para ele com um ar ameaçador, ao que Naruto engoliu em seco, percebendo que a situação ficaria péssima para o seu lado se continuasse a fazer comentários alusivos às ordens que nos eram impostas.
Os outros foram chegando e passámos dez minutos a correr, até que Gai-sensei achou que já estávamos “aquecidos” e pudemos começar a aula. Na linguagem do sensei de ginástica, estar “aquecido” significava o mesmo que “deitar os bofes fora” na nossa. Depois de começarmos os alongamentos, vi a turma do último ano chegar ao pavilhão pelos vidros do ginásio, atrás de Hatake Kakashi, o sensei de judo. Os meus olhos verdes percorreram todo o grupo até achar a única razão que ainda me fazia ir para a academia todos os dias, só para o poder ver: Uchiha Sasuke, um dos rapazes mais populares da academia inteira, não só por ser lindo mas por ser o melhor em tudo, tanto com as raparigas, como no desporto, como nas próprias aulas. Ele e o irmão mais velho, Itachi, vinham juntos (como sempre, aliás) e eram seguidos para todo o lado pelo grupo dos rapazes da turma em peso: Gaara, Neji, Lee, Kankurou, Shikamaru, Chouji, Shino e Kiba. Atrás, vi três das raparigas do ano deles, as únicas que eu conhecia, ainda que apenas de nome, Karin, TenTen e Temari. Mas depressa fui obrigada a encarar o meu cavaleiro andante novamente.
– Céus, o meu dia acabou de melhorar!
Já perdera a conta às vezes em que Naruto fazia daqueles comentários assim que a turma do último ano passava por nós. Suspirei, vendo Ino a meu lado revirar os olhos antes de lhe puxar a orelha.
– Ahhh, Ino-chan! Só estava a ser sincero!
Consegui sorrir ao de leve. As brigas deles eram divertidas, conseguiam pôr-me bem-disposta. Não que essa fosse a única razão para a minha boa disposição, mas…
– Ora bem, turma… Hoje vamos começar o módulo de Judo.
Metade da turma vaiou aquela decisão – essa metade foi forçada a dar umas voltas extra ao ginásio a correr em sprint, ou seja, aí estava a prova de que, de facto, Gai-sensei não brincava em serviço – enquanto a outra metade se limitou a encará-lo sem saber bem o que dizer. Ele prosseguiu.
– Como eu estava a dizer, hoje vamos iniciar um módulo novo. E é bom que, primeiro que tudo, saibam alguns dos critérios básicos. Alguém sabe alguma coisa acerca do Judo?
Ninguém se manifestou. Vi um misto de caras olharem na minha direcção à espera que eu tomasse a palavra. Suspirei, em larga escala.
– O Judo é uma modalidade desportiva que consiste na luta defensiva derivada do Jiu-Jitsu, mas que é menos violenta e que se baseia apenas na agilidade e na flexibilidade dos praticantes.
Gai-sensei dirigiu-me um sorriso.
– Aí está uma aluna que nunca me desilude. Muito bem, Sakura.
Olhou para os outros, depois, mudando de expressão. Senti Naruto engolir em seco, ao lado de Ino.
– Sinto-me prontamente realizado ao saber que apenas uma aluna nesta turma teria positiva se a avaliação teórica deste módulo fosse hoje.
A turma permaneceu calada, fugindo ao seu incomodativo olhar acusador.
– Muito bem, como me parece que em termos de prática isto esteja igual ou pior, acho que vou pedir uma ajudinha aos alunos da turma do último ano.
O meu coração disparou ao mesmo tempo que Gai-sensei se encaminhou para a porta e a abriu de par-a-par. A turma do último ano era a turma do Sasuke-kun. Eu ia ter aula em conjunto com o Sasuke-kun.
MORRI!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
– Kakashi, importas-te de me emprestar dois dos teus alunos? Estou a começar o módulo de Judo aqui dentro e isto vai de vento em poupa!
O tom de Gai-sensei revelava uma pontinha de ironia.
– Claro.
Ouvimo-lo assobiar e, de seguida, apercebemo-nos que dois pares de passos se aproximavam em corrida. Nenhum de nós sabia quem eram pois, no geral, todos ali eram bons em Judo mas… Eu rezava para que não fosse o Sasuke-kun.